Em 2006 a Philarmonia Brasileira passou a representar, no Brasil, o MIAMI PAC, Miami Performing Arts Center no Brasil, para difusão do projeto que seria inaugurado em 2007, com atividades de mídia, editorias especializadas, captação de recursos, produção de materiais de portfólio e proponências junto ao MINC.
A proposta foi a de transformar uma das várias salas de concerto do MIAMI PAC, especialmente a sala de 250 lugares, em uma extensão nos EUA das atividades do Centro Cultural Banco do Brasil.
O projeto tinha como objetivo levar as produções brasileiras, especialmente o Maracatu, dirigido por Naná Vasconcelos, que se reuniria com os 09 agrupamentos étnicos de MIAMI, seguindo o modelo promovido por Nána em Recife, que reunia as 13 nações de maracatu da cidade. Feito histórico, que acontecia na abertura de todos os carnavais, no Marco Zero.

O processo foi encaminhado, e praticamente aprovado, junto a diretoria do BB nacional, porém a instituição americana decidiu vender todo o complexo para o Grupo Adrienne Arsht, antes da abertura ao público, cancelando os programas de patrocínio externo.
Por 14 meses, a Philarmonia acompanhou Naná Vasconcelos em Miami para os preparativos do evento, com mais de 500 percussionistas de origem cubana, haitiana, caribenha, latino-americana, brasileira, panafricana, povo originário americano e percussionistas locais americanos.
